Com atuação em ambulatórios de consultas clínicas, na realização de plantões em hospitais ou serviços médicos generalistas, esses profissionais são valiosos para o cuidado geral do adulto, com formação voltada ao atendimento de doenças diversas. O médico clínico geral é aquele profissional formado em medicina, porém sem nenhuma especialidade. Ele fez residência em clínica médica e está apto a atender pacientes adultos em unidades de saúde ou pronto socorros.
- Por exemplo, se você tem gastrite e enxaqueca, para tratar as duas doenças, em vez de recorrer a mais de um especialista, você contar com um Médico Geral+ – especializado no cuidado do paciente de forma integral.
- Os programas governamentais abrem muitas oportunidades de emprego para os clínicos gerais, com foco no atendimento à saúde básica dos brasileiros.
- Mais acima, mencionei os diversos locais em que o clínico médico pode trabalhar.
- Na oportunidade, não aceitamos, na íntegra o polêmico livro de Ivan Illich "Nemesis Médica" que procura, com exagero de opinião, traçar o perfil da medicina atual.
- Mesmo que estejamos falando sobre uma pessoa jovem, com bons hábitos alimentares, que pratica exercícios físicos com frequência e que não se queixa de problemas no corpo, é extremamente importante que se faça, periodicamente, consultas com um clínico geral.
Isso é prejudicial à medida que as conclusões podem ser equivocadas, levando o paciente a perder tempo consultando o especialista errado. Master Coach e criador da metodologia Medperfomance de alta performance de estudos. Marcio é especializado em desenvolvimento pessoal e de liderança, aplicando técnicas comportamentais com foco no aprimoramento da capacidade cognitiva do ser humano. Sendo assim, para responder essa dúvida, no Brasil, o especialista em Clínica Médicadeve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de ResidênciamédicaemClínica Médica. Por outro lado, o clínico também tem oportunidades como membro de uma equipe cuja função-fim seja outra área. Como exemplo, temos os serviços periciais nas instituições públicas, o médico em escolas e aqueles em empresas para pronto-atendimento – seja na área pública ou privada, entre outras.
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O termo mais correto para designar o médico sem especialização é “generalista”. No mais, o clínico geral vai ser o médico mais importante durante o curso da sua vida. Estima-se que no Brasil, cerca de 12% dos médicos credenciados no CRM atuam como clínico geral, o que é um número bem expressivo, maior entre as principais especializações.
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Recentemente, no XV Congresso Brasileiro de Educação Médica, realizado sob os auspícios da Associação Brasileira de Educação Médica, os resultados de propósitos foram excelentes, particularmente ao núcleo do temário "Formação do Clínico Geral". Inicialmente, confessamo-nos distantes de idealismo estrábico que não atende a realidade tecnológica atual das ciências de saúde, particularmente à complexidade das disciplinas curriculares do curso de graduação médica. Por outro lado, dentro da complexidade, devemos reconhecer o que a prática reclama para a reformulação curricular.

No caso dos pronto-atendimentos, o clínico geral pode atender pacientes que chegam em um estado agudo ou em estado grave. Como tem um conhecimento amplo do corpo humano, saberá fazer o diagnóstico inicial e solicitar os exames certos. Por outro lado, o clínico geral não realiza atendimentos com crianças ou em pacientes com membros quebrados, por exemplo. O MCF consegue atender pacientes ao longo da vida, te acompanhar durante um período específico ou ser seu médico principal, mesmo que não tenha um problema físico recorrente. Já o Clínico Geral não possui essa relação tão próxima ao paciente, por atuar sozinho em consultórios e leia mais , em sua grande maioria, respeitando plantões em horários e dias distintos.